quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Sinto sua falta


Sinto sua falta
Do meu lado sorrindo
Acariciando meus cabelos
Expressando seu amor

Te adoro muito
Te sinto aqui perto
Mesmo distante
E vivo ansiosa pra te ver
E dizer “oi meu amor”

Beijar-te, sentir seu cheiro
Afagar seus tenros cabelos
Tocar seu corpo
E te amar
Como desejo você

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Pensamento....

Foi bom e para sempre será
Maravilhoso é amar
Carinho que fica bem guardado
No cofre do coração

Noite mágica


Noite mágica...
É um sonho
Ter você pra mim
Com ar de doçura
Sorridente
O amor estampado
Mostrando que está afim
De tentar realizar
Uma história que
Ainda não chegou ao fim

Lentamente, suave
Aproximando-se
Tocando-me
Deixando o sentimento agir
Fluindo do interior
Naturalmente

Por favor
Não deixe de existir
Não desapareça
Venha aqui!

Homem dos meus sonhos


Homem dos meus sonhos
Que aparecia chorando
Agora nem mais assim
Pois só quer se afastar de mim

Por medo, desafeto?
Acho que não
É alguma coisa que não sei ao certo
Se me quer ou se me detesta
Se me ama ou não se interessa

Não quer ajuda
Acha artificial
Mas na verdade um esforço é preciso
Pra entender a indecisão
Que brinca e maltrata o teu coração

Se não der o passo inicial
Não sairá do lugar
Não adianta ficar esperando
Que a transformação não chega em vão

De repente e sem esforço
Não se alcança nada
Pense nisso
E descubra o que é preciso
Pra então ser feliz

Meia-noite...


Meia-noite...
Estou sentada em minha escrivaninha pensando em você
Escrevendo mais uma vez sobre o quanto te amo
Sobre o quanto sinto sua falta perto de mim

O que eu posso fazer além de esperar?
E juntar os grãos de esperança que junto
Cada vez que contigo eu estar?

A minha vontade é de correr até você
Todos os dias e dizer novamente o que sinto
Sorrir pra você
Dizer que é importante exatamente
Do jeito que és

Eu queria sentir agora suas mãos
Seu cheiro...
Te abraçar e sentir novamente
Que comigo estás

Compartilhar todo o meu dia
Dividir ou compartilhar tarefas
Ser o ombro amigo e o consolo
O aperto de mão e por que não
O carinho também nos momentos de choro

Confie em mim
Aceite o que quero te dar
E não deixe não
Não deixe de sonhar
E acreditar na reforma interior
Que clama com urgência
Por atitudes do seu senhor

Escutar os sentimentos


Escute os sentimentos
Escute quem és
Você não precisa estar sempre alegre
Mas também não precisa estar sempre triste

Você tem a luz interior, mas não a faz brilhar
Você tem capacidade, tem proteção, auxílio e atenção
Você é amado e por isso fui convocada a te ajudar
Mesmo que tenha medo de envolver e de se entregar

Sinta suas feridas
Percorra com coragem todas as trilhas
Perceba onde está a falha
Respire fundo e siga

Aceite quem és
Aceite como estás
Não é fácil ser diferente
Mas é fácil aceitar
Que na vida tudo tem um preço
Uma reação do passado a se expiar

Somos todos imperfeitos
E temos que enxergar a limitação
Faça o que deve ser feito
Com coragem, força e percepção
Na certeza da vitória perante os erros
Pois, de um passado delituoso
Chega-se a um futuro de acertos!

domingo, 6 de janeiro de 2008

Reformar-se


Bem sei que não é fácil
é tenebroso, dolorido e constante
Deixa-nos ansiosos e aflitos
Porque queremos a reforma íntima o quanto antes

Com paciência
Mais tarde a bonança
Encontramo-nos limpos
Lavados da lama da vingança
Interiormente livres e vivos


Renova-se a esperança
Pois mais um degrau foi vencido
Estamos felizes e então vem a busca
Por novos caminhos


Vontade que parece confusa


Em alguns momentos
Sua expressão é triste
Transmite desânimo e pavor
Parece que às vezes quer sair correndo
Mas não encontra o motivo deste terror

A vontade parece confusa
De não saber o que se quer
Fica esperando acontecer
Mas não fala o que realmente é

Se sente vontade e desejo
De uma experiência curta
Ou de uma vontade eterna e louca
Fazendo de mim sua

Nos caminhos do amor


Nos caminhos do amor
Encontrei o desejo
Encontrei o carinho
E também, o calor dos seus beijos

Te quero ainda mais
Curiosa do ensejo
De ter você pra mim
Extravasando sem medo

O toque do prazer
Com mordidas sem dor
Que relaxam e acalmam
Na entrega sem temor

Te amo e te quero tanto
Que às vezes nem percebo
Que me envolvi tão profundo
Com você meu doce de pêssego

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Ilusão


Desejo, paixão
Percorrem o corpo com emoção
Momentos de prazer ao lado de alguém
Que no outro dia vai embora
E não somos ninguém
Porque vem a saudade
O vazio e a solidão
Quando juntos a alegria reina
O carinho invade
E o Eu Te Amo propaga
Enganando o coração

O parceiro se afasta, a dor chega
Porque a falta de sentimento
Agora é certeza
Afundamos mais uma vez na ilusão

Amor, Amor


Amor, amor
Sinto-te aqui dentro
Mesmo imperfeito
Te utilizo pra fazer sorrir

Quem precisa?
Todos nós
Que lutamos contra a imperfeição
Contra o defeito, o ciúme
E toda prisão
Do interior que se exterioriza
Que traz o mal-sofrer

Te desejo a felicidade
Mesmo longe, mesmo perto
Dentro ou fora de você

Doar



Doar, doar
Eu sou feliz
Brilho a minha luz

Vencer, vencer
Até o fim
É o que me conduz

Faço propagar a minha vontade
De te amar
De te abraçar

Do luar ao sol nascer
Do sol ao luar
Constante e tanto,
Contigo no meu ser

Percorro o mundo
Conheço e aprendo
Viajo pela luz
E com cautela
O escuro visito
Resgatando ou ajudando
Quem necessita
E aquele do qual necessito

Somos livres
Nos encontramos
Nos separamos
Vivemos e morremos
Renascemos e nos ajudamos

Não vou desistir


Não posso te olhar com os meus olhos
Mas estou sempre te olhando com o meu coração
E não quero parar
Não quero isso mudar
Só desejo te encontrar de novo
Como eu sinto você e quero ainda te ver
Chamá-lo de meu amor...

Eu acredito em “milagres”
Nas possibilidades remotas
Do amor se realizar
E de verdade acontecer
Ainda mesmo onde muitos não acham
E não conseguem perceber

Não vou parar
Não vou mudar
Não vou deixar de imaginar
Muito menos de acreditar
Que ainda vou encontrar você

E vou ter você pra mim
Diante dos meus olhos
Diante do meu corpo
Vou tocar você...
Não vou desistir

sábado, 24 de novembro de 2007

Declaração

Dedilho as notas
De uma canção de amor
Para declarar aquilo
Que está guardado aqui
E quero tanto transmitir

Você se tornou importante
Pois completou o vazio
Que estava por dentro
Chorando, procurando você

Suas palavras, seus gestos
Nas atitudes do dia-dia
Nas mensagens, no carinho
No sorriso e também nas tristezas
Que compartilhamos tantas vezes
Tudo me fez admirar você

E foi nascendo em mim
Uma ternura, uma satisfação
O que encantou rapidamente meu coração
Transformando-se em amor,
Loucura e paixão

E agora, com tanta cumplicidade
Diante da amizade e do puro afeto
Faço a mais simples homenagem
Para agradecer tudo que vivemos
Tudo que me faz sentir
E pela emoção que ainda estará
Mesmo com uma separação
Guardada em mim.



quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Pêssego...


O seu cheiro de longe me chama
A boca enche d'água
Sua beleza me encanta
Vou ter que te morder



Passo minhas mãos para sentir
Se a fruta está boa

Deslizo meus dedos
Está firme, maduro
Gostoso, macio, saboroso...
Que delícia de pêssego
Adoro comer!



Incontrolável




Controlar o sentimento
Controlar aqui dentro
O que eu sinto por você
É muito difícil,
Eu me apaixonei, me apeguei
Senti e gostei!


Remédio não tenho
Curar você aqui? Não espero
Quero intensamente
Ver, tocar, sentir você.


Amor, paixão,
Loucura, desejo
O que for não sei
Identificar, por que?
Tudo já se misturou


Boa sorte pra mim
Boa sorte pra você
Se não me quer,
Se não sabe...
Vou respeitar
Vou viver
Vou esperar
Até que algo diferente
Algo novo aconteça
Dentro de mim


Talvez te esqueça
Talvez me lembre
Talvez eu descubra
Ou me desiluda de você

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Questionamentos


O que é estranho?
O que é normal?
O correto ou o errado?
Satisfaz ou não?
A música-tema de uma simples reflexão
Espalha notas de dúvidas, de questionamentos...

A dor invade, a saudade bate
E o amor... onde está o amor?
O que é sentir o amor?
Não é posse, nem sufoco
Jamais prisão

Ai... dói
Tanto e muito
Que constrange
Que compromete o metabolismo
O corpo se angustia
Se deita e ali fica
O que é preciso fazer?

Hoje o sim, Eu estou feliz
Amanhã o não, E sofro assim

Quero e não quero
Te adoro e te afasto
Preciso e não preciso
Portanto, é um combate
Se sou ou não sou
Se vou ou não vou
Se te escolho ou te nego

Consciência...
É... a consciência...
Que avisa, que alerta
Que chama, que desperta
A reflexão do que não se resolve
Se sente mas não se sabe
O que é...

Quanta dúvida,
Quanta dor...
Quanta lágrima
Que labuta!

Simples... complexo
Dor ou o inverso?
Transformação no ser
Que acontece sim...
Sem perceber.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Diário


Estou sem sono
Deitada em meu quarto
Me levanto e saio a procura
Do meu querido diário
Parceiro de noites de insônia
De silêncio e muita demora
Porque não sei ainda se devo escrever
Sobre o que eu queria o dia todo te dizer

Ansiedade, inquietação
Simples palavras
Poderiam alcamar meu coração
Se eu te dissesse que ainda te amo
Depois de tantos anos de solidão
Foi te encontrar e tudo novamente acordar
No sentimento mais lindo que já pude experimentar

Amor


Amor, eu procuro um amor
Que eu não sei se já encontrei
Ainda estou em dúvida
Porque muito já chorei
Ainda não me conheço
E por isso não vislumbrei
A resposta certa
Se no Amor já esbarrei

Humildade


Humildade traz elevação
Caridade é a solução
O orgulho não quero mais
O Egoísmo, deixei pra trás
É o sonho de evolução
De muitos que lutam
E nada é em vão
Logo chegam lá
Com muito trabalho e dedicação
Auxiliando sempre
Em qualquer situação

Sertão querido


Meu sertão querido...
Onde me refugio dos conflitos
Me afasto do barulho
Fugindo da cidade e do ruído
Chego aqui, o cheiro da relva
Das flores, da natureza, como és bela
É bom estar aqui
É bom ser acolhido no berço de minhas raízes
Onde cresci e onde sinto a paz tão querida
Deito na rede, toco meu violão
Descanso e me esqueco dos problemas
Aqui não tem solidão
À tarde aquela chuvinha,
Fogão à lenha, cafezinho e galinha caipira
Mulher do lado, muito amor e harmonia

Vontade


A vontade é de encontrar
Alguém que me faça novamente sonhar
E também acreditar que eu posso ser feliz
A vontade é de me sentir envolvida
Em braços ternos e carinhosos
Braços que eu tenha todo dia

Receber beijos sinceros e duradouros
Expandir todo o sentimento
Que eu possa doar e receber

Novamente sentir e ver tudo se concretizar
Com dias felizes, dias que eu possa me alegrar
E ver que chegou enfim o momento de amar

Sentimento


Sentimento profundo, verdadeiro

Sem traumas, sem medo

Conseguindo se entregar

Se soltar e deixar o sentimento

Se extravasar

Saindo por todos os lados,

Contagiando e fazendo o outro feliz

Com Amor, Paixão, Loucura

Muita calma, responsabilidade e ternura

Vida na roça


Na sanfona que faz tocar
A música que ainda vive em meu olhar
Vivo as lembranças de minha criação
Vida na roça, com brincadeiras e muita emoção
Namorando na moita
Conquistando corações
Tomando cuidado pra não despertar suspeitas
E o pai delas não cometer besteira
Tirando a vida de um pobre peão
À noite aquele forró na quermesse
Muito bate-coxa e a festa, ai que bão, amanhecia
Como eu era feliz e sabia...

Amor


Amor, com te procuro
Ando por vários cantos, pergunto por ti
E nehuma resposta me traz a direção
Me mostrande onde estás

Queria te tocar, te sentir, cheirar
Enlouquecer com você e ter a certeza
De que não fugirás mais

Se você soubesse como te procuro
O que faria?
Viria aqui ou desistiria ainda mais?
Por que fugir?
Por que temer?

Não fique assim


Quantas vezes a tristeza te cerca
Sentes vazio e infeliz
Tudo é cansativo à tua volta
Nada mais o faz sorrir

Tornaste duro e insensível
Tornaste seco e muito vazio
As pessoas se tornaram cruzes
Que insistes em carregar
Reclamas todo dia por não conseguir suportar

Será que é mesmo assim?
Será mesmo que isto não tem fim?
Será prova de Deus?
Ou simplesmente produto dos olhos teus?

Não se sinta sobrecarregado
Não se deixe abater
Confie no Criador, no Divino
Ele mora em você
Te ama muito
E quer te ver crescer

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Desisto


De vez em quando meu telefone toca
Ou uma mensagem chega
Você manifesta em palavras
Mas age de outra maneira

Diz que sente saudade
Que pensa em mim
Mas na realidade,
Não é bem assim

Neste jogo me sinto machucada
Mas ao mesmo tempo
Não tenho raiva
Apesar de ter a vontade de te bater

Provavelmente o problema
Seja a idade
A tal diferença que atrapalha sua vontade
De tomar uma atitude e agir de verdade
Mostrando realmente o que sente e o que quer

Ou talvez seja brincadeira
Jogando com meus sentimentos
Como se fossem de madeira
E depois ateando fogo
E os consumindo na fogueira
Desaparecendo e não te incomodando mais

O que fazer então
É desistir dessa ilusão
De encontrar o suporte amigo
Um amor compreensivo
Em alguém que não quer nada além
De uma paixão

Responsabilidade Afetiva



Responsabilidade Afetiva


A Responsabilidade do afeto
Começa no pensar
Procurando ter boas atitudes
Evitando o outro machucar

Sinceridade, compaixão
Ternura, carinho, emoção
Lembrando-se sempre
Que além do corpo
Estamos lidando com um Espírito irmão

Ame ao próximo como a si mesmo
E se isto não está funcionando
Pare! Com certeza há um defeito
Porque o sentimento e o auto-conhecimento
Não estão tendo um bom proveito

A Centelha Divina
Permanece em nós
Acendamos nossa luz
A levando a muitos corações
Que sofrendo passarão a sorrir
Com a certeza de poder
Se apoiar em nós

Busquemos o amor
E sintamos ele vibrar
Aquecendo o coração
Sempre pronto a doar

Não o procure entender
Muito menos o dominar
Sinta-o até mesmo
Se o outro não te amar
Pois isso não importa
Que esse amor ainda
Vai contagiar!

Força

A meiguice do sorriso
Ar de criança
Que conquista a todos
Mas sofre com a derrota
Por não agradar o moço
Com quem queria se casar

O sofrimento bate
E as forças são levadas
Cai-se triste numa cama
Sem sorrir, sem comer e sem fazer nada
Por que essa dor, criança?
Isso não é nada
A maturidade ainda alcança
Força, bata a poeira e siga
A felicidade ainda te abraça!

Laços Rompidos

Laços são rompidos
Facilmente em discussões
O sentimento ainda é frágil
E não suporta confusões
Pois logo a confiança abala
E se quebra com a relação
Que na verdade não passava
De simples ilusões!